em cada folha branca um desafio, em cada pincel uma esperança, em cada boião de tinta milhares de sonhos diluidos...

domingo, abril 15, 2007

Anhurts Hotel, London, 9.00 am

São 9 da manhã. Elas dormem profundamente mas eu não consigo. O meu corpo não me deixa. Só de saber que do lado de fora destas paredes há toda uma cidade que nunca pára, fico cheio de comichão. Já comi bolachas, já fui à casa de banho, bem fraquinha por sinal (os canos estalam quando se liga a água e o autoclismo deita água para o chão...), já espreitei pela janela, já vi o resumo do Chelsea-Boro no Channel Five (ontem cantei "Djoséi Mourinhouuu" no metro com todo o orgulho) e bem, acho que vou desenhar o quarto onde passámos apenas a noite de ontem e a de hoje. O tempo voa quando estamos felizes e aqui voou á velocidade da luz. Vai-me saber bem ter uma recordação deste quarto. 18 libras por pessoa por noite não está nada mal e o dono (apesar de ser uma pessoa estranha e até, sinistra - não acreditava que não nos íamos embebedar de noite...) tratou-nos bem. Vai deixar saudades mas, quem sabe, talvez não seja assim por tanto tempo.
O futuro, a Deus pertence.

1 comments:

Anonymous Conde disse...

Pq nos sentimos tao Portugueses quando estamos fora de Portugal?

Quanto ao dono do hotel, parece-me mal geral sao muito desconfiados, o conforto de uma noite numa cidade tao bonita tenho a certeza que foi irrelevante.

8:52 da manhã, junho 19, 2007

 

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